Incompreensão (Emmanuel | Chico Xavier)

Incompreensão (Emmanuel | Chico Xavier)
“Fiz-me fraco para os fracos, para ganhar os  fracos. Fiz-me tudo
 para todos para, por todos meios, chegar a salvar
 alguns.” Paulo. (I Coríntios, 9:22.)
A incompreensão, indiscutivelmente, é assim como a treva perante a luz, entretanto, se a vocação da claridade te assinala o íntimo, prossegue combatendo as sombras, nos menores recantos de teu coração.
Não te esqueças, porém, da lei do auxílio e observa-lhe os princípios, antes da ação.
Descer para ajudar é arte divina de quantos alcançaram conscienciosamente a vida mais alta.
A luz ofuscante produz a cegueira.
Se as estrelas da sabedoria e do amor te povoam o coração, não humilhes quem passa sob o nevoeiro da ignorância e da maldade.
Gradua as manifestações de ti mesmo para que o teu socorro não se faça destrutivo.
Se a chuva alagasse indefinidamente o deserto, a pretexto de saciar-lhe a sede, e se o Sol queimasse o lago, sem medida, com a desculpa de subtrair-lhe o barro úmido, nunca teríamos clima adequado à produção de utilidades para a vida.
Não te faças demasiado superior diante dos inferiores ou excessivamente forte perante os fracos.
Das escolas não se ausentam todos os aprendizes, habilitados em massa, e sim alguns poucos cada ano.
Toda mordomia reclama noção de responsabilidade, mas exige também o sendo das proporções.
Conserva a energia construtiva do exemplo respeitável, mas não olvides que a ciência de ensinar só triunfa integralmente no orientador que sabe amparar, esperar e repetir.
Não clames, pois, contra a incompreensão, usando inquietude e desencanto, vinagre e fel.
Há méritos celestiais naquele que desce ao pântano sem contaminar-se, na tarefa de salvação e reajustamento.
O bolo da matéria densa reveste-se de lodo, quando arremessado ao poço lamacento, todavia, o raio de luz visita as entranhas do abismo e dele se retira sem alterar-se.
Que seria de nós se Jesus não houvesse apagado a própria claridade, fazendo-se a semelhança de nossa fraqueza, para que lhe testemunhássemos a missão redentora? Aprendamos com ele a descer, auxiliando sem prejuízo de nós mesmos.
E, nesse sentido, não podemos esquecer a expressiva declaração de Paulo de Tarso quando afirma que, para a vitória do bem, se fez fraco para os fracos, fazendo-se tudo para todos, a fim de, por todos os meios, chegar a erguer alguns.

Mensagem psicografada por Francisco Cândido Xavier, constante do livro Fonte Viva, de 1956, publicado pelo Federação Espírita Brasileira.

Estímulo Fraternal (Emmanuel | Chico Xavier)

Estímulo Fraternal (Emmanuel | Chico Xavier)
“O meu Deus, segundo as suas riquezas,
suprirá todas as vossas necessidades em glória,
por Cristo Jesus.”- Paulo. (Filipenses, 4:19.)
Não te julgues sozinho na luta purificadora, porque o Senhor suprirá todas as nossas necessidades.
Ergue teus olhos para o Alto e, de quando em quando, contempla a retaguarda.
Se te encontras em posição de servir, ajuda e segue.
Recorda o irmão que se demora sem recursos, no leito da indigência.
Pensa no companheiro que ouve o soluço dos filhinhos, sem possibilidades de enxugar-lhes o pranto.
Detém-te para ver o enfermo que as circunstâncias enxotaram do lar.
Pára um momento, endereçando um olhar de simpatia à criancinha sem teto.
Medita na angústia dos desequilibrados mentais, confundidos no eclipse da razão.
Reflete nos aleijados que se algemam na imobilidade dolorosa.
Pensa nos corações maternos, torturados pela escassez de pão e harmonia no santuário doméstico.
Interrompe, de vez em quando, o passo apressado, a fim de auxiliares o cego que tateia nas sombras.
É possível, então, que a tua própria dor desapareça aos teus olhos.
Se tens braços para ajudar e cabeça habilitada a refletir no bem dos semelhantes, és realmente superior a um rei que possuísse um mundo de moedas preciosas, sem coragem de amparar a ninguém.
Quando conseguires superar as tuas aflições para criares a alegria dos outros, a felicidade alheia te buscará, onde estiveres, a fim de improvisar a tua ventura.
Que a enfermidade e a tristeza nunca te impeçam a jornada.
É preferível que a morte nos surpreenda em serviço, a esperarmos por ela numa poltrona de luxo.
Acende, meu irmão, nova chama de estímulo, no centro da tua alma, e segue além…Sê o anjo da fraternidade para os que te seguem dominados de aflição, ignorância e padecimento.
Quando plantares a alegria de viver nos corações que te cercam, em breve as flores e os frutos de tua sementeira te enriquecerão o caminho.
Autor: Emmanuel
Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Fonte Viva

Aceitação (Emmanuel)

Aceitação (Emmanuel)
“Aceitação construtiva será sempre talvez mais da metade dos ingredientes de solução a qualquer dos problemas que, por ventura, te afligem…
E dizemos “construtiva” porque não se trata de calma inoperante, mas sim de paciência, capaz de improvisar o bem e criando condições para que o bem se faça cada vez mais amplo para quantos nos partilham a vida.
Reflitas nisso e não recuses as dificuldades e provas que não possas afastar ou remediar.”

Emmanuel – Aceitação

Emmanuel (Fonte: http://www.ame.org.br/biografia_emmanuel.htm)

Emmanuel

Fonte: http://www.ame.org.br/biografia_emmanuel.htm

Emmanuel, exatamente assim, com dois “m” se encontra grafado o nome do espírito, no original francês “L’Évangile Selon le Spiritisme”, em mensagem datada de Paris, em 1861 e inserida no cap. XI, item 11 da citada obra, intitulada “O Egoísmo”.
O nome ficou mais conhecido, entre os espíritas brasileiros, pela psicografia do médium mineiro Francisco Cândido Xavier. Segundo ele, foi no ano de 1931 que, pela primeira vez, numa das reuniões habituais do Centro Espírita, se fez presente o bondoso espírito Emmanuel.
Descreve Chico: “Via-lhe os traços fisionômicos de homem idoso, sentindo minha alma envolvida na suavidade de sua presença, mas o que mais me impressionava era que a generosa entidade se fazia visível para mim, dentro de reflexos luminosos que tinham a forma de uma cruz.”
Convidado a se identificar, apresentou alguns traços de suas vidas anteriores, dizendo-se ter sido senador romano, descendente da orgulhosa “gens Cornelia” e, também sacerdote, tendo vivido inclusive no Brasil.
De 24 de outubro de 1938 a 9 de fevereiro de 1939, Emmanuel transmitiu ao médium mineiro as suas impressões, dando-nos a conhecer o orgulhoso patrício romano Públio Lentulus Cornelius, em vida pregressa Públio Lentulus Sura, e que culminou no romance extraordinário: Há Dois Mil Anos.
Públio é o homem orgulhoso, mas também nobre. Roma é o seu mundo e por ele batalha. Não admite a corrupção, mostrando, desde então, o seu caráter íntegro. Intransigente, sofre durante anos a suspeita de ter sido traído pela esposa a quem ama. Para ela, nos anos da mocidade, compusera os mais belos versos: “Alma gêmea da minhalma/ Flor de luz da minha vida/ Sublime estrela caída/ Das belezas da amplidão…” e, mais adiante: “És meu tesouro infinito/ Juro-te eterna aliança/ Porque eu sou tua esperança/ Como és todo o meu amor!”
Tem a oportunidade de se encontrar pessoalmente com Jesus, mas entre a opção de ser servo de Jesus ou servo do mundo, escolhe a segunda.
Não é por outro motivo que escreve, ao início da citada obra mediúnica: “Para mim essas recordações têm sido muito suaves, mas também muito amargas. Suaves pela rememoração das lembranças amigas, mas profundamente dolorosas, considerando o meu coração empedernido, que não soube aproveitar o minuto radioso que soara no relógio da minha vida de Espírita, há dois mil anos.”
Desencarnou em Pompéia, no ano de 79, vítima das lavas do vulcão Vesúvio, cego e já voltado aos princípios de Jesus.
Cincoenta anos depois, no ano de 131, ei-lo já de retorno ao palco do mundo. Nascido em Éfeso, de origem judia, foi escravizado por ilustres romanos que o conduziram ao antigo país de seus ascendentes. Nos seus 45 anos presumíveis, Nestório mostra no porte israelita, um orgulho silencioso e inconformado. Apartado do filho, que também fora escravizado, tornaria a encontrá-lo durante uma pregação nas catacumbas onde ele, Nestório, tinha a responsabilidade da palavra. Cristão desde os dias da infância, é preso e, após um período no cárcere, por manter-se fiel a Jesus, é condenado à morte.
Junto com o filho, Ciro, e mais uma vintena de cristãos, num fim de tarde, foi conduzido ao centro da arena do famoso circo romano, situado entre as colinas do Célio e do Aventino, na capital do Império. Atado a um poste por grossas cordas presas por elos de bronze, esquelético, munido somente de uma tanga que lhe cobria a cintura, até os rins, teve o corpo varado por flechas envenenadas. Com os demais, ante o martírio, canta, dirigindo os olhos para o Céu e, no mundo espiritual, é recebido pelo seu amor, Lívia.
Pelo ano 217, peregrina na Terra outra vez. Moço, podemos encontrá-lo nas vestes de Quinto Varro, patrício romano, apaixonado cultor dos ideais de liberdade.
Afervorado a Jesus, sente confranger-lhe a alma a ignorância e a miséria com que as classes privilegiadas de Roma mantinham a multidão.
O pensamento do Cristo, ele sente, paira acima da Terra e, por mais lute a aristocracia romana, Varro não ignora que um mundo novo se formava sobre as ruínas do velho.
Vítima de uma conspiração para matá-lo, durante uma viagem marítima, toma a identidade de um velho pregador de Lyon, de nome Corvino. Transforma-se em Irmão Corvino, o moço, e se torna jardineiro. Condenado à decapitação, tem sua execução sustada após o terceiro golpe, sendo-lhe concedida a morte lenta, no cárcere.
Onze anos após, renasce e toma o nome de Quinto Celso. Desde a meninice, iniciado na arte da leitura, revela-se um prodígio de memória e discernimento.
Francamente cristão, sofreu o martírio no circo, amarrado a um poste untado com substância resinosa ao qual é ateado fogo. Era um adolescente de mais ou menos 14 anos.
Sua derradeira reencarnação se deu a 18 de outubro de 1517 em Sanfins, Entre-Douro-e-Minho, em Portugal, com o nome de Manoel da Nóbrega, ao tempo do reinado de D. Manoel I, o Venturoso.
Inteligência privilegiada, ingressou na Universidade de Salamanca, Espanha, aos 17 anos. Aos 21, está na faculdade de Cânones da Universidade, onde freqüenta as aulas de direito canônico e de filosofia, recebendo a láurea doutoral em 14 de junho de 1541.
Vindo ao Brasil, foi ele quem estudou e escolheu o local para a fundação da cidade de São Paulo, a 25 de janeiro de 1554. A data escolhida, tida como o dia da Conversão do apóstolo Paulo, pretende-se seja uma homenagem do universitário Manoel da Nóbrega ao universitário Paulo de Tarso.
O historiador paulista Tito Lívio Ferreira, encerra sua obra “Nóbrega e Anchieta em São Paulo de Piratininga” descrevendo: “Padre Manoel da Nóbrega fundara o Colégio do Rio de Janeiro. Dirige-o com o entusiasmo de sempre. Aos 16 de outubro de 1570, visita amigos e principais moradores. Despede-se de todos, porque está, informa, de partida para a sua Pátria. Os amigos estranham-lhe os gestos. Perguntam-lhe para onde vai. Ele aponta para o Céu.
No dia seguinte, já não se levanta. Recebe a Extrema Unção. Na manhã de 18 de outubro de 1570, no próprio dia de seu aniversário, quando completava 53 anos, com 21 anos ininterruptos de serviços ao Brasil, cujos alicerces construiu, morre o fundador de São Paulo.
E as últimas palavras de Manoel da Nóbrega são: ‘Eu vos dou graças, meu Deus, Fortaleza minha, Refúgio meu, que marcastes de antemão este dia para a minha morte, e me destes a perseverança na minha religião até esta hora.’
E morreu sem saber que havia sido nomeado, pela segunda vez, Provincial da Companhia de Jesus no Brasil: a terra de sua vida, paixão e morte.”

Fonte: Federação Espírita do Paraná – www.feparana.com.br

Fonte: http://www.ame.org.br/biografia_emmanuel.htm

Emmanuel (Source: http://www.sgny.org/biographies/emmanuel/)

Emmanuel
Spiritist Group of New York Aug 2002
Great Exponents of Spiritism

Source: http://www.sgny.org/biographies/emmanuel/

Emmanuel, written exactly as is, with a double ” m ” is the name of the spirit, in the original French “L’Evangile Selon le Spiritisme,” in a message dated in Paris, in 1861 and inserted in the chap. XI, item 11 of the mentioned work, entitled “Selfishness.”
The name became well-known, among the Brazilian spiritists, due to the psychographed works of the medium, Francisco Cândido Xavier. According to him, it was in the year 1931 that, at a regular meeting at the Spiritist Center that the kind spirit Emmanuel, first appeared to him.
Francisco Xavier, thus, describes Emmanuel: “I saw the countenance of an older man and my soul was feeling the gentleness of his presence; however what impressed me the most was that the generous spirit made himself visible to me within the luminous reflections in the form of a cross.”
We invited him to introduce himself. He informed us of some features of his previous lives, describing that he had been a Roman senator, descendant of the proud “Gens Cornelia” and, as well as a priest, who had lived in Brazil.
From October 24th, 1938 to February 9th, 1939 , Emmanuel transmitted his impressions to the medium Francisco Cândido Xavier, allowing us to know that he had been Públio Lentulus Sura and in the following incarnation, the proud Roman, Públio Lentulus Cornelius, whose life culminated in the extraordinary novel: “Two thousand years ago.”
Públio had been a proud man, but also a nobleman. Rome was his world and he fought its’ battles. He doesn’t admit to being involved in its corruption, thus demonstrating since that time his righteous character. Being very strict, he suffered for many years, suspecting that he had been betrayed by the wife to whom he had consecrated his love. For her, in the years of his youth, he composed the most beautiful verses: “Twin soul of my soul,” “Flower of light of my life,” “Sublime fallen star,” “From the beauties of the immensities.” and, later on: “You are my infinite treasure,” “I swear eternal allegiance to you,” “Because I am your hope” “As you are all my love!”
He had the opportunity of meeting Jesus personally, but between the option of being a servant of Jesus or of being a servant of the world, he chose the latter.
It is for no other reason that he writes, at the beginning of the mentioned mediumistic work: “To me, those memories have been very tender, as well as very bitter. Gentle, for the friendly remembrances, but deeply painful, considering that my hardened heart, did not know how to take advantage of this radiant moment that had rung in the clock of my Spiritist life Two thousand years ago “.
He disincarnated in Pompeii , in the year of 79, victim of the lava which flowed from the Mount Vesuvius ‘ volcano. At that time he had becoming blind, but was already devoted to the principles of Jesus.
Fifty years later, in the year of 131, he returns to the stage of the world. This time he was born in Ephesus , of Jewish origin, he was enslaved by an illustrious Roman who drove him to the old country of his descendants. At 45 years of age, presumably, Nestorio displays the appearance of an Israelite, with a silent and unconformable pride. Separated from his son, who had also been enslaved; he would again meet him during a sermon as he, Nestorio, preached in the catacombs. A Christian since his childhood, he was arrested and jailed, and because of his continued faith to Jesus, he was condemned to death.
Together with his son, Ciro, and about 20 other Christians, at the end of an afternoon, he was driven to the center of the arena of the famous Roman circus, located among the hills of Celio and of Aventino, in the capital of the Empire. Tied to a post by thick ropes attached to links of brass, extremely thin, and dressed with only a piece of cloth that covered his waist to the kidneys, his body was pierced by poisoned arrows. With the others, facing martyrdom, he sings, raising his eyes to the Sky and subsequently in the spiritual world, he is received by his former love, Livia.
Around the year 217, he once again reincarnates on Earth. As a young man, we can now find him as Quinto Varro, a passionate Roman dedicated to the ideals of freedom.
Faithful to Jesus, he feels his soul oppressed by the ignorance and the poverty in which the privileged classes of Rome maintained the crowds.
He feels that the thoughts of the Christ hover over the Earth, but the Roman aristocracy attempts to battle it. Quinto Varro doesn’t ignore that a new world had been created in the ruins of the old one.
Becoming a victim of a conspiracy to kill him, during a trip on the high seas, he assumes the identity of an old preacher of Lyon , named Brother Corvino, and start to work as a gardener. After being convicted to be beheaded, his execution was suspended after the third blow, and instead was granted a slow death, in jail.
Eleven years later, he reincarnates as Quinto Celso. From his childhood, he was introduced to the art of the reading, and revealed having a prodigious memory and great discernment.
As true Christian, he suffered the martyrdom in the circus, tied to a post. He is anointed with a resinous substance and is set on fire. He was about 14 years-old.
His last reincarnation took place on October 18th, 1517 in Sanfins, Entre- Douro-e-Minho, in Portugal , under the name of Manoel de Nóbrega, at the time of the reign of D. Manoel I, The Lucky One.
Possessing a privileged intelligence, he entered the University of Salamanca , in Spain , at 17 years of age. At 21, he was in College at “Canones da Universidade” where he attended the classes of canonical right and philosophy, and received the Doctoral Laureate Degree on June 14, 1541 .
While in Brazil , it was he who studied and chose the place for the foundation of the city of São Paulo , on January 25th, 1554 . The chosen date, was due to the day of the Conversion of the Apostle Paulo, intent on paying homage to Paul of Tarsus.
The historian from São Paulo , Tito Lívio Ferreira, ends his work: “Nóbrega and Anchieta in São Paulo of Piratininga” describing: “Priest Manoel de Nóbrega had founded the School of Rio de Janeiro . On October 16th, 1570 , he supervises it with the same enthusiasm; he then visits his friends and local inhabitants and bids goodbye to everyone, as he had been informed he would be returning to his Homeland. His friends find his attitude to be strange, and so they ask him where he is going, and he replies pointing the Sky.
On the following day, he no longer awakens. He receives the Extreme Unction. On the morning of October 18th, 1570 , the very day of his birthday, when he had concluded 53 years of age, 21 of which had been of constant service to Brazil , whose foundations he had built, the founder of the city of São Paulo passed away.
The last words of Manoel de Nóbrega were: “I give you thanks, my God, my Fortress, my Refuge, who marked this day for my death ahead of time, and conceded me the perseverance in my religion until this last hour.”
He died without knowing that because of his works the city had been awarded, for the second time, the title of “The Provincial of Jesus’ Company in Brazil “- the earth of his life, his passion and death.”
As a curiosity, we found in the registry that the deputy Freitas Nobre, who has already disincarnated, declared, in a TV program (of the TV Tupi of São Paulo), on the night of the 27th to July 28th, 1971, that when he was writing a book about Anchieta, he had the opportunity of finding and photographing a signature of Manuel of Nóbrega, like E. Manuel.
Thus, the initial “E” of Francisco Cândido Xavier’s mentor was derived from an abbreviation of Ermano, which, according to him, would authorize his name to be written Emanuel, one “m” only, and pronounced with the accent in the last syllables.
Bibliography:
Ave Christ – Francisco Cândido Xavier/Emmanuel
Fifty years later – Francisco Cândido Xavier/Emmanuel
Interviews – Francisco Cândido Xavier/Emmanuel
Two thousand years ago – Francisco Cândido Xavier/Emmanuel
L’Evangile Selon le Spiritisme – Allan Kardec Magazine
Spiritist Presence – Jan/Feb 1991 – Curiosities

Source: http://www.sgny.org/biographies/emmanuel/