Nosso Anjo Guardião – LXXXII (Sergito de Souza Cavalcanti)

Nosso Anjo Guardião – LXXXII (Sergito de Souza Cavalcanti)
Definitivamente ninguém está só neste planeta de provas e expiações. A bondade de Deus nos faz co-partícipe de seus planos e diretrizes. E assim o faz pelas almas que já se elevaram acima das paixões humanas.
Todos nós possuímos um anjo da guarda que são seres espirituais que, segundo a tradição cristã, tem a missão de proteger os homens. Eles estão presentes em todas as culturas sob várias denominações: gênios, fadas, deuses, protetores, guias, sempre empenhados em prestar assistência aos seus tutelados. Na pergunta de número 495 de O Livro dos Espíritos assim responde a espiritualidade a respeito desses seres: “Cada anjo da guarda tem o seu protegido pelo qual vela, como o pai pelo filho. Alegra-se quando o vê no bom caminho; sofre, quando ele lhe despreza os conselhos.”
O anjo da guarda não é ser que já foi criado por Deus em estado de perfeição. Ele é espírito como nós que passou pelas mesmas vicissitudes e conseguiu superá-las. Por isso a bondade de Deus o colocou ao nosso lado para nos ajudar a transpor nossos obstáculos. Ele é devotado amigo a quem sempre poderemos recorrer nos momentos de tristeza e dificuldade. O seu nome não nos importa. Ele simplesmente quer nos ajudar e nos ajudam quando queremos ser ajudados.
Geralmente, o anjo da guarda é alguém ligado ao nosso coração.
Entretanto, é bom que não esqueçamos que ele está perto de nós e nos inspira a razão direta de nossa ligação com os valores espirituais e inversa ao nosso apego aos vícios e paixões materiais. Aproxima-se quando cultivamos o bem e a verdade. Afasta-se quando nos comprometemos com o mal e a mentira.
Para que possamos colher plenamente os benefícios do contato com esses amigos espirituais, se faz necessário que façamos nossa parte. Isto está bem claro na máxima enfatizada por Kardec em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”: “Ajuda-te que o céu te ajudará”.
Se dirijo um automóvel de forma imprudente, meu mentor não me tomará a direção, evitando que meu carro caia no abismo.
Nunca esqueçamos de nos dirigir ao nosso mentor espiritual pelo menos uma vez ao dia.
No perigo, na dor, na dificuldade e na doença, roguemos:
“Espíritos bem amados, anjos guardiães que com permissão de Deus, pela sua infinita misericórdia, velais sobre os homens, sede nossos protetores nas provas da vida terrena. Dai-nos força, coragem e resignação; inspirai-nos tudo o que é bom, detende-nos no declive do mal; fazei sintamos que um amigo devotado está ao nosso lado que vê nossos sofrimentos e partilha das nossas alegrias”.

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